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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Educação especial - plano de ensino

PLANO DE ENSINO - EDUCAÇÃO ESPECIAL

Bloco: CEMEI Sha Il Sun, EMEI Regente Feijó, EMEI Reino Encantado e EMEI Papai Noel.
Professora: Rosana

A Professora de Educação Especial tem por objetivo dar continuidade ao Projeto Pedagógico da escola. O principal objetivo é a implantação da política de inclusão, que tem como prioridade, o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais preferencialmente em classes comuns das escolas, em todos os níveis e etapas de ensino da Educação Básica. Entende-se por inclusão, a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade, sociedade essa que deve estar orientada por relações de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento com qualidade, em todas as dimensões da vida.
Assim conforme a lei nº 9.394/96 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional encontramos:
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos dessa lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com necessidades especiais.
1º. Haverá, quando necessário, serviço de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.Art.59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:- Professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns (...).
Entende-se por apoio especializado, o Professor itinerante, que nesse processo, deve:
  • Buscar uma relação integrada e articulada com os profissionais da Unidade Escolar, prestando assessoria técnico-pedagógica;
  • Encaminhar o aluno juntamente com a equipe escolar e quando se fizer necessário, para avaliação diagnostica;
  • Estabelecer contatos periódicos com profissionais que atendam o aluno em entidades, ONGs, salas de recursos, para esclarecimentos, troca de informações a respeito do aluno fora do âmbito escolar;
  • Oferecimento de recursos, adaptações e materiais específicos quando necessário ao processo educativo realizado na escola, podendo utilizar o recurso da Conta Escola ou recursos próprios da SME;
  • Disponibilizar para as famílias e à equipe escolar de informações e orientações sobre diferentes recursos da comunidade, que atendam às necessidades dos alunos acompanhados pela EE;
  • Participação em reunião de pais, juntamente com o professor da sala do(s) aluno(s) acompanhado(s) pela EE;
  • Encaminhamento de alunos para atendimentos aos serviços de EE, após avaliação pedagógica da equipe escolar, podendo contar com a colaboração de outros profissionais da área da saúde, quanto à análise dos aspectos físicos, motores, visuais, auditivos e psicossociais;
  • Encaminhamento do público alvo da Educação Especial para as salas de recursos multifuncionais da SME;
  • Atendimento domiciliar quando necessário ao alunado da EE.

Em 2011, o Bloco de unidades é composto pelas seguintes escolas: CEMEI “ Sha Il Sun”, EMEI “Regente Feijó”, EMEI “ Reino Encantado” e EMEI “ Papai Noel”, então acontecerá revezamento na participação dos TDC’s e TDI’s nas escolas que compõem o bloco.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

CEMEI "João Batista Filho" - Educação especial

PLANO DE ENSINO

Professora: Rita

Objetivo da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva:
“A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com necessidades especiais, orientando os sistemas de ensino para garantir: acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados de ensino; transversalidade da modalidade de educação especial desde a educação infantil até a educação superior; oferta do atendimento educacional especializado; formação de professores para os atendimentos educacionais especializados e demais profissionais da educação para a inclusão; participação da família e da comunidade; acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e informação; e articulação intersetoriais na implementação das políticas públicas.”
O Trabalho desenvolvido pela professora de Ed. Especial junto a CEMEI “ João Batista Filho”, tem como objetivo garantir, promover, acompanhar o desenvolvimento da criança com necessidades especiais, englobando todos os aspectos: visuais, auditivos, intelectuais, múltiplas deficiências, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades e superdotação.

O Plano de trabalho da professora de Ed. Especial será realizado de forma colaborativa e articulado ao plano de trabalho da professora da classe e também participando/ colaborando nos Planos de Ensino por agrupamento.

A professora de educação especial desenvolverá suas atividades em sala de aula, dando apoio pedagógico especializado aos alunos com necessidade especiais e ao professor, para o desenvolvimento de práticas educacionais inclusivas; elaborando ações, sugerindo procedimentos e recursos apropriados às necessidades do aluno, adaptando materiais, procurando com isto garantir um melhor aproveitamento pedagógico e global da criança.

A proposta inclui orientação a todos os profissionais da escola, orientação às famílias e contato com profissionais de áreas afins que estejam atuando com a criança.

O trabalho também será desenvolvido em parceria com os profissionais das Salas de Recursos e as salas de AEE, e outros serviços, quando necessário, para melhor atendimento a estes alunos.

Será também prestado atendimento pedagógico aos alunos que estiverem impossibilitados de se locomoverem até a unidade escolar, estiverem hospitalizadas ou em repouso domiciliar.

A professora contribuirá nas reuniões de formação, oportunizando discussões sobre temas relacionados a práticas educacionais inclusivas, ministrando palestras e trazendo palestrantes.

A EMEI Bolinha de Mel, CEMEI Maria Lazara Duarte Gonçalves, juntamente com o CEMEI João Batista Filho fazem parte do bloco de atendimento da profa de Educação Especial. O trabalho será desenvolvido em todas as unidades, em dias alternados, sendo que a participação da professora no TDC também será alternada ou de acordo com as necessidades das escolas.
“A inclusão escolar tem início na educação infantil, onde se desenvolvem as bases necessárias para a construção do conhecimento e seu desenvolvimento global. Nessa etapa, o lúdico, o acesso às formas diferenciadas de comunicação, a riqueza de estímulos nos aspectos físicos, emocionais, cognitivos, psicomotores e sociais e a convivência com as diferenças favorecem as relações interpessoais, o respeito e a valorização da criança...”
(Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

CIMEI 01: plano de ensino de educação especial

CEMEI MARIA DA GLÓRIA MARTINS
EMEI PINÓQUIO

PLANO DE ENSINO
EDUCAÇÃO ESPECIAL

Compartilhar e repartir, dividir com o outro experiências, pensamentos e saberes. E abrir-se a novas experiências e desafios sem medo do que virá. Entender o outro como alguém que irá lhe ajudar olhar várias outras possibilidades de como ser e estar no mundo e os caminhos que podem ser seguidos.

Quem consegue compartilhar se abre para aprender e enxergar o outro, o espaço em que convive e o tempo em que atua. Através dos demais sujeitos, com quem se relaciona, as suas possibilidades e as suas dificuldades podem ser percebidas e superadas, sem deixar que os desafios a serem enfrentados atrapalhem a dialética, mas que, ao contrário, contribuam para o crescimento de ambos.

A criança com necessidades especiais beneficia-se com o contexto social que privilegia o diálogo e o respeito à diversidade. Traz para seus amigos e educadores o desafio e alegria do ato de compartilhar, de abrir-se ao novo e de compreender que sempre poderá haver novas possibilidades.

A partir do tema maior do Projeto Pedagógico de nossas unidades: “Os embalos da MPB continuam: conhecendo a produção cultural brasileira através das diversas linguagens e compondo a história e a cultura infantil”, a criança com necessidades especiais será respeitada e valorizada nas suas contribuições e poderá interagir num mundo alegre e festivo recheado de cores, brincadeiras, músicas, danças, teatros, histórias e diversidades culturais. Desta forma a criança poderá conhecer, se desenvolver e expressar todos os seus sentimentos, interesses, vontades, necessidades e habilidades, trazendo consigo sua história de vida, sua cultura e seus valores. Poderá ser criança.

OBJETIVO GERAL
• Ser atuante no seu processo de aprendizagem, compartilhando experiências e ideias com seus pares e adultos.
• Expressar-se através das diversas linguagens – linguagem oral e escrita, artística, corporal, matemática.
• Ser respeitada em suas especificidades sem sofrer qualquer tipo de preconceito e discriminação.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Além das previstas no Plano de Aula da turma e no Plano de Ensino do agrupamento em que as crianças estão inseridas, elencamos as seguintes:
• Proporcionar uma adaptação tranquila e eficaz para todas as crianças;
• Conquistar a confiança das crianças, envolvendo-as em situações que mobilizem seus interesses;
• Mediar e interagir as experiências das crianças de modo a contribuir positivamente para o seu desenvolvimento e aprendizagem;
• Comprometer-nos com o bem estar físico e o desenvolvimento integral das crianças e com a qualidade do que é trabalhado com elas, fazendo da relação educar-cuidar práticas indissociáveis;
• Acolher e criar um bom relacionamento com as famílias, fortalecendo vínculos, trazendo a história de vida das famílias para o espaço educativo, com vistas a compartilhar e valorizar o desenvolvimento e as conquistas dos diferentes momentos da vida da criança;
• Propiciar que a criança construa uma imagem positiva de si, conheça seu corpo e crie hábitos saudáveis;
• Colaborar com o reconhecimento do próprio corpo e possibilitar a exploração de diferentes movimentos corporais;
• Possibilitar que as interações cotidianas colaborem na formação pessoal e social da criança;
• Respeitar as diferenças, incentivando a atitude de aceitação do outro em suas particularidades, com relação às diferenças de temperamento, habilidades e conhecimentos assim como as diferenças sociais, de gênero, etnia e credo;
• Considerar as diferentes habilidades, interesses e maneiras de aprender de cada criança e proporcionar práticas que respeitem suas especificidades, propondo sempre novos desafios para que superem suas dificuldades;
• Inspirar as crianças a buscarem seus conhecimentos, tendo nos educadores os mediadores para que produzam aprendizagens significativas, com conteúdos claros e concretos;
• Utilizar a linguagem oral entre adultos e crianças e entre as crianças e seus pares para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias, preferências e sentimentos, permitindo o relato de vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano;
• Permitir que as crianças revelem-se por meio de manifestações artísticas, expressivas, oportunizando momentos de criação, imaginação e ressignificação;
• Diversificar ambientes e disponibilizar materiais, aguçando a sua curiosidade e a vontade de descobrir, sempre atendendo as necessidades básicas das crianças de ampliação de experiências e conhecimento de mundo;
• Possibilitar a exploração de materiais diversificados garantindo autonomia ao criar e recriar espaços;
• Desenvolver as habilidades de ouvir, perceber e discriminar fontes sonoras (produções musicais), possibilitando a expressão oral e corporal através da música;
• Primazia nos momentos para brincar, com a intenção que as crianças estabeleçam elos afetivos, indispensáveis na estruturação da personalidade sadia e feliz.
O trabalho dos educadores devem colaborar para que cada criança possa:
• Participar das atividades em conjunto com a turma e a professora da sala (M./R.);
• Desenvolver independência no uso do banheiro (B./M.);
• Ser independente na realização das atividades planejadas (B./M./R.);
• Desenvolver e aprimorar sua coordenação motora fina;
• Relacionar-se com os colegas de classe de forma autônoma (M.);
• Expressar com clareza suas ideias, vontades, interesses e necessidades;
• Participar efetivamente das situações educativas, jogos e brincadeiras propostos pela professora da turma e pela professora de educação especial;
• Participar efetivamente das situações educativas, jogos e brincadeiras propostos
• Saber esperar a sua vez, entendendo-se como parte integrante de um grupo;
• Permanecer em sala de aula nos momentos que as atividades estiverem sendo realizadas nesse espaço (M./R.);
• Concluir as atividades iniciadas (M./R./B.);
• Desenvolver e praticar a observação detalhada de objetos, brinquedos e imagens.

PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS
Além das previstas no Plano de Aula da turma e no Plano de Ensino do agrupamento em que as crianças estão inseridas, elencamos as seguintes:
• Adaptação de instrumentos e materiais para manuseio das crianças que necessitem de alguma adaptação;
• Cantar e ouvir músicas, colaborando na escolha do repertório do grupo;
• Brincadeiras de rua e de roda;
• Jogos de faz-de-conta (casinha. Escolinha, carrinhos etc.);
• Acesso e contato direto com livros de literatura, gibis, revistas, jornais etc;
• Exploração de instrumentos musicais e sonoros;
• Jogos de encaixe e construção;
• Jogos de regras e tabuleiro;
• Exploração de materiais plásticos e artísticos diferenciados;
• Ouvir, ler, contar e recontar histórias com livros, fantoches e recursos variados;
• Produção artística com materiais plásticos, sucatas, colagens, fotografia, vídeo, dramatização;
• Brincadeiras que possibilitem diferentes movimentações do corpo como correr, pular, subir, descer, escalar, agachar, arrastar, engatinhar, escalar, dançar, imitar, interpretar etc.
• Jogo do espelho, utilizando o instrumento como meio de reconhecimento de si, das partes do corpo, dos seus movimentos
• Jogos e brincadeiras que desenvolvam habilidades específicas que necessitam de maior atenção do educador

AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua, direta e cotidiana, realizada a partir da observação atenta dos educadores que atuam junto às crianças, com registro escrito sistemático das conquistas alcançadas, das dificuldades encontradas, do desenvolvimento integral dos pequenos, das relações sociais estabelecidas por ela com seus pares e adultos, assim como da forma como se dá a participação de cada criança nas situações educativas oferecidas a elas e planejadas com elas. O registro das ações e envolvimento de cada criança individualmente será instrumento necessário à avaliação e reavaliação do processo educativo e das práticas realizadas com as crianças. A partir da observação e do registro escrito sobre cada criança aos educadores serão oferecidos elementos para refletir e repensar sua atuação pedagógica e para replanejar as ações futuras.

Aos familiares das crianças será apresentada semestralmente a avaliação escrita realizada pelos educadores, porém, durante todo o processo educativo serão prestados esclarecimentos acerca do trabalho realizado pela nossa escola; serão realizados os encaminhamentos necessários à área da saúde; serão planejadas ações conjuntas entre família e escola com vistas ao pleno desenvolvimento e à felicidade das crianças.